É extremamente importante nos dias de hoje saber boas formas de expor seu produto ou empresa, para assim evitar gastos desnecessários com publicidades pouco eficientes ou ultrapassadas, por isso vamos falar um pouco entre a diferença entre a Publicidade Tradicional e o Marketing de Conteúdo.

Publicidade tradicional é aquela tia chata que adora fazer as mesmas perguntas chatas. Cadê o namorado? Não vai casar? E o emprego? O mundo girou até ficar tonto, mas a tia continua parada em 1985.

Do outro lado da família, temos o marketing de conteúdo que é bem diferente! O marketing de conteúdo se interessa pelo universo do outro e não quer ser imperativo ou trazer informações que “ninguém liga”.

Por exemplo: O marketing de conteúdo te faz optar por determinado curso universitário desejando que você escolha algo que realmente ame fazer e não apenas, pensando no curso que traria um retorno financeiro maior. É um estado de envolvimento profundo com o consumidor.

Dentro desta proposta do marketing, a instituição de ensino pode oferecer ferramentas de autoconhecimento, contato real com pessoas que largaram tudo pra se dedicar ao que realmente gostavam de fazer e mais um trilhão de coisas que com certeza, vão despertar o interesse das pessoas.

O jeito de viver ficou diferente das pessoas de anos atrás. Nós sabemos disso. Mas mudar o discurso tradicional da publicidade é como apostar numa nova fórmula que pode ou não dar certo. Tanto que, grandes marcas ainda mantém boa parte da verba de comunicação voltada para meios tradicionais na propaganda.

 

Por que ter conteúdo chama atenção?

Antigamente existia uma diferença gritante na qualidade do produto x e produto y. Hoje, a maioria dos produtos tem qualidade equivalente dentro de suas categorias.

Então o que me faz escolher o produto x? O conteúdo! A identificação que tenho com ele. As pessoas estão aflitas na procura de sentido pra vida!

Aí você pode dizer: os mais velhos tem identificação pela qualidade do produto e memória, atribuída principalmente pelas propagandas de TV de anos atrás. OK! Mas e os públicos que estão chegando? Os nativos digitais, principalmente.

Já virou hábito procurar informações pra tudo no Google e nas redes sociais, que são canais de relacionamento indispensáveis para as marcas que tem um propósito maior que apenas: vender hoje.

As marcas que procuram ser relevantes, muitas vezes falam mais sobre o dia a dia do consumidor, do que propriamente do produto que está vendendo. É aí que tudo faz sentido quando a palavra é: identificação.

 

Toda marca pode usar marketing de conteúdo?

Claro que sim!

Quando vendemos para pessoas não estamos falando de números, estamos falando de gente. Não importa se o segmento é agropecuário ou da moda. Já pensou oferecer um APP para monitorar a lavoura? Pequenas coisas que tem a ver com o produto, mas, que tem muito mais a ver com a VIDA do cliente. Isso é marketing de conteúdo!

E marketing de conteúdo não é autoajuda, é funcionalidade. Por isso dizemos que a publicidade tradicional, que fica lá, parada e só te cutuca pra dizer as mesmas coisas, não tem mais significado na vida de ninguém. Ela pode até sem engraçadinha, mas não vai muito longe.

De forma alguma ela deve ser abandonada, apenas recolocada no cronograma do planejamento de marketing. As pessoas mudam. As coisas mudam. Ainda bem!

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